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		<title>Net-Mulher</title>
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		<description>O net-mulher é um forum para a mulher actual que não perdeu o contacto com a cultura . Temos todo o tipo de artesanato desde ponto cruz a crochet e receitas tradicionais de vários países.  Como a mulher actual se preocupa com a sua aparência temos também beleza e fitness assim como uma area de lazer e cultura vem ver e conhecer este mundo .</description>
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			<title>Net-Mulher</title>
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			<title>Rússia, território hostil para homossexuais</title>
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			<pubDate>Thu, 17 May 2012 21:57:50 GMT</pubDate>
			<description><![CDATA[As leis contra a "propaganda homossexual", repressão policial e oposição de ortodoxos e muçulmanos às manifestações de orgulho gay transformam a...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>As leis contra a "propaganda homossexual", repressão policial e oposição de ortodoxos e muçulmanos às manifestações de orgulho gay transformam a Rússia no país europeu mais hostil com as minorias sexuais.<br />
<br />
"Em matéria de direitos humanos, que inclui os homossexuais, a Rússia se parece mais com o Irã e Coreia do Norte do que com o Ocidente", disse nesta quinta-feira à Agência Efe Vladimir Voloshin, redator chefe da "KVIR", a revista mais popular entre a comunidade homossexual russa.<br />
<br />
A Associação Internacional de Gays e Lésbicas concedeu à Rússia e também à Moldávia a controversa honra de serem os países do continente onde seus diretores são menos respeitados. "Nossa sociedade está muito atrasada. A maioria dos russos continua vendo os gays como algo mau, terrível, anormal e incompreensível. Não entendem por que nós exigimos que nossos direitos sejam respeitados", assinalou.<br />
<br />
A Rússia ganhou esse título com a recente aprovação de uma lei municipal contra a "propaganda homossexual", na qual também se inclui pedofilia, o que indignou a comunidade homossexual. "É uma questão política. Se a Rússia fosse uma democracia, tal lei não teria sido aprovada. As autoridades sempre estão procurando inimigos do povo. No exterior, a Otan, e no país, as minorias políticas e sexuais", disse Voloshin.<br />
<br />
A lei, aprovada no começo do ano pelo Governo de São Petersburgo, prevê uma multa de 5 mil rublos (R$ 322) às pessoas físicas; de 50 mil rublos (R$ 3,2 mil) a servidores públicos e entre 500 mil e 1 milhão de rublos (entre R$ 32,2 mil e R$64,4 mil) às pessoas jurídicas.<br />
<br />
Recentemente, um juiz de paz da antiga capital imperial ditou a primeira sentença em virtude da nova lei contra o líder dos homossexuais russos, Nikolai Alexeyev, que protagonizou uma greve individual contra a Prefeitura local. "A homossexualidade não é uma degeneração. Degeneração é o hóquei sobre grama e o balé sobre gelo", dizia o cartaz.<br />
<br />
A lei em questão, que também foi aprovada em outras cidades russas com modificações, foi denunciada diante dos tribunais pelos homossexuais russos, que a qualificaram de anticonstitucional e acusam as autoridades de "tentar legalizar a homofobia".<br />
<br />
"Entre 5% e 7% da população, ou seja, milhões de pessoas estão sendo discriminados", disse o ativista Valeri Sozáev, que denunciou que mais da metade dos homossexuais russos são diariamente vítimas de abusos físicos, hostilidade e discriminação.<br />
<br />
Além disso, as organizações homossexuais criticaram a lei ao considerar que supõe uma violação da liberdade de expressão e que servirá de pretexto para que passeatas do orgulho gay continuem proibidas. Voloshin defendeu que as manifestações de orgulho gay são mais prejudiciais que beneficentes. "Rússia não está preparada para isso. O confronto social criado (pelas manifestações) contribui unicamente para piorar a opinião sobre os homossexuais", diz.<br />
<br />
A Igreja Ortodoxa Russa, que considera um "sacrilégio" as passeatas do orgulho gay, pediu recentemente que a lei seja estendida por toda a Rússia. "As coisas pioraram nos últimos tempos. Nas províncias os homossexuais só têm uma alternativa: a vida dupla. Contudo, não acredito que a lei se torne federal. Para o Kremlin é muito importante conservar sua imagem no Ocidente", opina Voloshin.<br />
<br />
A última tentativa de realizar uma Parada do Orgulho Gay, em maio de 2011, na capital russa, terminou em choques violentos entre ativistas homossexuais e ultranacionalistas e na prisão de dezenas de pessoas.<br />
<br />
"A esperança está nas novas gerações que pensam de outra forma. Eles veem nas redes sociais que ser homossexual é normal. Mais do que nos manifestar nas ruas, devemos educar a sociedade", aponta.<br />
<br />
O patriarca ortodoxo Kirill considera que "a homossexualidade é um pecado" e se mostra contrário à legalização do casamento homossexual e ao direito das minorias sexuais à adoção. Segundo uma pesquisa do Centro Levada, 74% dos russos acham que os gays e lésbicas têm uma problema mental e são amorais, enquanto menos da metade opina que devem ter os mesmos direitos que os heterossexuais.<br />
<br />
O artigo 121 do código penal da Rússia, que sancionava com penas de prisão as práticas homossexuais, não foi abolido até 1993, ano em que também se deixou de considerar a homossexualidade como uma doença mental. <br />
<br />
EFE</div>

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			<category domain="http://net-mulher.com/forumdisplay.php?f=272">Actualidade Internacional</category>
			<dc:creator>alexandra</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>Moody rebaixa nota de 16 bancos espanhóis</title>
			<link>http://net-mulher.com/showthread.php?t=35039&amp;goto=newpost</link>
			<pubDate>Thu, 17 May 2012 21:57:10 GMT</pubDate>
			<description><![CDATA[A agência de classificação Moody''s anunciou nesta quinta-feira que rebaixou as notas de 16 bancos espanhóis entre um e três graus, por causa dos...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>A agência de classificação Moody''s anunciou nesta quinta-feira que rebaixou as notas de 16 bancos espanhóis entre um e três graus, por causa dos efeitos da atual recessão e da reduzida solvência financeira do governo espanhol.<br />
<br />
Moody''s cita entre seus argumentos para este rebaixamento da nota "a nova recessão, a crise imobiliária em curso e níveis altos de desemprego persistentes".<br />
<br />
Além disso, destaca a "reduzida solvência da dívida espanhola" que "afeta a habilidade do governo de apoiar os bancos".<br />
<br />
A Moody''s também informou que os bancos estão sofrendo uma "rápida deterioração da qualidade de seus ativos, com um crescimento rápido de créditos não rentáveis a empresas imobiliárias". A agência disse que espera que outras categorias de empréstimos também se deteriorem.<br />
<br />
A decisão afetou o maior banco espanhol Santander, com uma redução de três graus de sua nota a A3. O segundo do setor, BBVA, e outros dois grandes bancos, Banesto e CaixaBank, também tiveram suas notas reduzidas para A3.<br />
<br />
AFP</div>

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			<category domain="http://net-mulher.com/forumdisplay.php?f=272">Actualidade Internacional</category>
			<dc:creator>alexandra</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>França regressa à reforma aos 60 e reduz salários dos ministros</title>
			<link>http://net-mulher.com/showthread.php?t=35038&amp;goto=newpost</link>
			<pubDate>Thu, 17 May 2012 21:31:21 GMT</pubDate>
			<description>A primeira decisão, hoje, do novo Governo francês será a redução em 30% do salário do Presidente e dos ministros. A reforma aos 60 anos regressa...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>A primeira decisão, hoje, do novo Governo francês será a redução em 30% do salário do Presidente e dos ministros. A reforma aos 60 anos regressa também, sob condições, em junho.<br />
<br />
É uma medida simbólica e será tomada por decreto, já hoje à tarde, na primeira reunião do Conselho de Ministros do Governo francês: os salários do Presidente e dos ministros vão sofrer um corte de 30%.<br />
<br />
O chefe de Estado, François Hollande, bem como o primeiro-ministro, Jean-Marc Ayrault, passarão a receber cerca de 13 mil euros por mês em vez dos 20 mil que recebiam até agora. Os ministros passarão a auferir um salário de 9 mil euros, menos cinco mil euros do que era pago até agora.<br />
<br />
Outra medida que será objeto de um decreto, antes das legislativas de 10 e 17 de junho, será o regresso da reforma aos 60 anos para os assalariados que entraram cedo no mercado do trabalho e descontaram durante 41 anos para a caixa das pensões de reforma.<br />
<br />
Para os restantes trabalhadores mantém-se a reforma aos 62 anos, decidida pelo anterior poder, mas o Governo socialista anunciou que vai reunir com os parceiros sociais, em julho, com o objetivo de permitir também a reforma a partir dos 60 anos aos assalariados empregados em funções mais duras e penosas. <br />
Regresso do imposto sobre as grandes fortunas<br />
<br />
Depois das eleições legislativas, o novo Governo deverá igualmente elaborar um Orçamento Retificativo que incluirá uma reforma da política fiscal com, designadamente, o regresso da antiga barra menos elevada do imposto sobre as grandes fortunas - cerca de 300 mil contribuintes, até agora isentos desse imposto, passarão a pagar mais.<br />
<br />
O Executivo de Jean-Marc Ayrault também não exclui decretar o controlo dos preços dos combustíveis se estes voltarem a subir nos próximos tempos.<br />
<br />
O novo Governo, composto por 34 ministros, entre eles 17 mulheres, quatro descendentes de imigrantes (Espanha, Argélia e Marrocos), três dos territórios ultramarinos e uma ecologista, aposta numa vitória da esquerda, com maioria absoluta nas legislativas.<br />
<br />
<br />
<br />
expresso</div>

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			<category domain="http://net-mulher.com/forumdisplay.php?f=272">Actualidade Internacional</category>
			<dc:creator>alexandra</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Campanha de células estaminais é "vergonhosa" e tem "falsidades científicas"]]></title>
			<link>http://net-mulher.com/showthread.php?t=35037&amp;goto=newpost</link>
			<pubDate>Thu, 17 May 2012 21:28:07 GMT</pubDate>
			<description><![CDATA[Anúncio à preservação das células estaminais está a ser fortemente condenado. A campanha da Crioestaminal explora "o sentimento de culpa dos pais" e...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Anúncio à preservação das células estaminais está a ser fortemente condenado. A campanha da Crioestaminal explora "o sentimento de culpa dos pais" e "transmite falsidades científicas".<br />
<br />
Desde que foi lançada, a campanha da Crioestaminal que promove a preservação das células estaminais está a levantar uma onda generalizada de protestos. No spot televisivo, com a imagem de uma criança sentada numa marquesa, uma voz começa por dizer que "há uma hipótese em 200" de um dia ser diagnosticada ao seu filho "uma doença cujo tratamento se pode encontrar nas suas células estaminais ou nas de um irmão". Doenças como "a leucemia, o linfoma, tumores sólidos", prossegue a voz em off. No final, a criança pergunta simplesmente: "Mãe, pai, guardaram as minhas células?"<br />
<br />
Miguel Oliveira da Silva, obstetra e presidente do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (CNECV), não teve reservas em dar ao Expresso a sua opinião pessoal. "Acho uma campanha vergonhosa, que perante o silêncio distraído do Estado, comunica falsidades científicas, jogando com o sentimento dos pais".<br />
<br />
Miguel Oliveira da Silva sublinha que, embora este possa ser um exemplo extremo, as críticas são válidas para a generalidade das campanhas. Refere ainda que, "em Junho ou Julho" o CNECV emitirá um parecer sobre as células do cordão umbilical, reforçando a urgência de o Estado regulamentar esta matéria.<br />
<br />
Os comentários negativos ao conteúdo do anúncio têm-se multiplicado também na página da Crioestaminal no Facebook. São, sobretudo, pais que se pronunciam. "Nunca vi um anúncio tao repugnante, que tenta culpabilizar os pais que não puderam ou que por opção não fizeram a recolha e conservação das células estaminais", escreve Carla Araújo Esteves. No mesmo mural, Diogo Caldas comenta: "Sou cliente vosso e não me reconheço nem um pouco na filosofia comercial e no script do anúncio que agora colocaram no ar. É uma vergonha".<br />
<br />
Numa nota também publicada na página, a empresa reconhece que ao lançar a "campanha de sensibilização" estava consciente da sua mensagem forte. "Era essa a nossa intenção", pode ler-se.<br />
<br />
A nota prossegue com a afirmação de que "são mais de 80 as doenças que podem ser tratadas com recurso às células estaminais do sangue do cordão umbilical" e que "até hoje já foram realizados mais de 25 mil transplantes de sangue do cordão umbilical". E termina: "Aumentando o número de amostras de células estaminais guardadas, serão cada vez mais as crianças e adultos que poderão beneficiar desta opção. É esta a nossa causa!"<br />
<br />
Ao Expresso, o Instituto Civil da Autodisciplina da Comunicação Comercial (ICAP) não confirmou se já recebeu alguma queixa pela campanha em causa, justificando que "as queixas são confidenciais".<br />
<br />
O ICAP esclarece, no entanto, que qualquer pessoa pode manifestar o seu desagrado ou fazer uma queixa, seja através do site do Instituto, seja através de email. Uma vez que o ICAP não atua por iniciativa própria, qualquer campanha só será analisada tendo por base uma denúncia.<br />
<br />
expresso</div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://net-mulher.com/forumdisplay.php?f=20">Actualidade Nacional</category>
			<dc:creator>alexandra</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>EUA, Japão e Coreia do Sul se reúnem para falar da Coreia do Norte</title>
			<link>http://net-mulher.com/showthread.php?t=35036&amp;goto=newpost</link>
			<pubDate>Thu, 17 May 2012 21:22:01 GMT</pubDate>
			<description>Autoridades da Coreia do Sul, dos Estados Unidos e do Japão se reunirão na segunda-feira na capital sul-coreana para falar sobre a Coreia do Norte,...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Autoridades da Coreia do Sul, dos Estados Unidos e do Japão se reunirão na segunda-feira na capital sul-coreana para falar sobre a Coreia do Norte, em meio a temores de que Pyongyang esteja preparando um teste nuclear, informaram, nesta quinta-feira, Washington e Seul.<br />
<br />
Enviados especiais dos três países "abordarão a situação na península coreana, a Coreia do Norte e seu programa nuclear", informou a chancelaria sul-coreana.<br />
<br />
"Estas conversas refletem a estreita cooperação entre Estados Unidos, Japão e República da Coreia, assim como os valores e os interesses que compartilhamos na região Ásia-Pacífico e em todo o mundo", considerou o departamento de Estado norte-americano.<br />
<br />
Os Estados Unidos e seus aliados, em particular a Coreia do Sul, suspeitam que Pyongyang queira realizar um teste nuclear, depois do fracasso de sua tentativa de lançar um foguete, no dia 13 de abril, denunciado pelos ocidentais como um teste de míssil de longo alcance.<br />
<br />
Os dois testes nucleares anteriores, realizados em outubro de 2006 e em maio de 2009, se seguiram aos lançamentos de foguetes.<br />
<br />
<br />
AFP</div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://net-mulher.com/forumdisplay.php?f=272">Actualidade Internacional</category>
			<dc:creator>alexandra</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://net-mulher.com/showthread.php?t=35036</guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Ataques com ácido viram 'problema de saúde pública' em Bogotá]]></title>
			<link>http://net-mulher.com/showthread.php?t=35035&amp;goto=newpost</link>
			<pubDate>Thu, 17 May 2012 21:19:50 GMT</pubDate>
			<description>A incidência de ataques com ácido em Bogotá levou a prefeitura da capital colombiana a criar um programa de recuperação especifico para mulheres...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>A incidência de ataques com ácido em Bogotá levou a prefeitura da capital colombiana a criar um programa de recuperação especifico para mulheres vítimas desse tipo de ação. Mas o uso do produto vai além dos casos de violência doméstica, com registros recentes de uso de ácido em crimes comuns.<br />
<br />
As estatísticas existentes não distinguem os tipos de crime, mas de janeiro até agora, já foram registrados 20 casos na capital colombiana. No ano passado foram 42 registros e em 2010 foram 55.<br />
<br />
Atacada em dezembro de 2010 quando voltava da loja em que trabalhava, Gloria Piamba, 26 anos, já passou por seis cirurgias. Atualmente, ela está desempregada e vive com o filho de seis anos em um abrigo, por não ter trabalho e renda suficiente para se sustentar.<br />
<br />
Gloria conta que seu ex-marido começou a ameaçá-la seis meses antes do ataque e que ela chegou a denunciá-lo à polícia. "Mas não fizeram nada. Ele me seguia e me ameaçava dizendo que iria me destruir e me marcar para sempre", disse à BBC Brasil.<br />
<br />
Como em outros casos similares, ela não chegou a ser atacada pelo ex-marido, mas por um homem que teria sido contratado para o trabalho. Por falta de provas, o antigo companheiro da ex-vendedora não foi preso.<br />
<br />
"A investigação só começou mais de um ano depois. Ele continua livre, vivendo a vida normalmente", afirma Gloria. A ex-vendedora não recebe ajuda da família, que vive na zona rural. Ela diz que espera conseguir um emprego por meio do programa que a prefeitura está criando.<br />
<br />
"Era eu quem mandava dinheiro para os meus pais", disse. "Minha vida virou um pesadelo. Sou outra pessoa. Fiquei muito deprimida e tenho altos e baixos. Mas preciso trabalhar para cuidar do meu filho e continuar meu tratamento."<br />
<br />
Além de ajudar as vítimas a encontrar empregos (alguns em órgãos da própria prefeitura), o programa colombiano quer viabilizar o pagamento de cirurgias estéticas, reparadoras e tratamento psicológico para essas mulheres.<br />
<br />
Autoestima destruída<br />
A esteticista Gina Potes, 35 anos, foi contratada pela Secretaria de Saúde para ser a "Referência Distrital" para as mulheres vítimas de queimaduras com ácido.<br />
<br />
Gina foi o primeiro caso registrado de queimadura por ácido, há 15 anos. Ela tinha 20 anos quando foi atingida e era casada. De acordo com a esteticista, não foi um crime passional e até hoje não se sabe quem são os autores do crime e qual foi a motivação<br />
<br />
Ela relembra que estava em casa com os dois filhos pequenos quando a chamaram no portão. "Um homem que eu nunca tinha visto me disse: 'você é muito bonita, ninguém pode ser tão bonita assim!'. Aí ele jogou a ácido e correu", recorda.<br />
<br />
A mulher diz que sempre foi muito vaidosa. Quando falou à BBC Brasil, ela usava uma máscara para cobrir as marcas de sua 25ª cirurgia.<br />
<br />
"Quando acontece, nossa autoestima fica destruída. Sofremos discriminação, porque a beleza física praticamente acaba. E a recuperação é lenta, tanto psicologicamente quanto fisicamente, pois é preciso tempo entre uma cirurgia outra", afirma Gina, que está também criando uma ONG junto à outras vítimas para buscar ajuda.<br />
<br />
Dependendo da gravidade das lesões, a pessoa pode passar por dezenas de cirurgias. E em muitos casos há perda completa ou parcial do nariz, olhos, lábios e cabelo.<br />
<br />
Ácido como arma<br />
A coordenadora de gênero da Secretaria de Saúde de Bogotá, Paola Romero, confirmou que a maioria dos casos são de agressões provocadas por ex-companheiros ou pessoas pagas por eles para executarem a ação, geralmente por motivações passionais.<br />
<br />
O surgimento de casos decorrentes da criminalidade comum, entretanto, "acendeu" o alerta do governo. "Observamos que não é possível estabelecer mais um padrão dominante. O ácido clorídrico ou de baterias é vendido sem restrição nenhuma e eles são muito baratos. Isso facilita o uso", adverte Paola.<br />
<br />
Há cinco dias a estudante de direito Ivonne, 20 anos, foi atacada em um ônibus coletivo de Bogotá. Ela foi atingida com o ácido nas nádegas por um homem, ao recusar entregar-lhe seu aparelho celular durante uma tentativa de assalto.<br />
<br />
"Não estamos preparados para lidar com isso e temos que correr contra o tempo, porque a delinquência parece ter percebido essa brecha", admite Paola.<br />
<br />
Um dos problemas é que os ataques são tipificados como lesões pessoais, que têm penas mais brandas que crimes práticos com armas, por exemplo. A impunidade também afeta as vítimas e "incentiva" novos casos.<br />
<br />
"Do total de casos registrados, somente dois foram julgados. O efeito é negativo tanto para a vítima quanto para a sociedade, que vê os agressores livres para continuarem a ação", comenta a coordenadora.<br />
<br />
Diferenças<br />
Os casos em Bogotá não são parecidos com os registrados em outros países como Bangladesh, Paquistão e Irã, onde, muitas vezes, são relacionados aos chamados "crimes de honra".<br />
<br />
"Aqui em Bogotá, os crimes com ácido estão ganhando uma dimensão urbana, fora do espaço da violência intrafamiliar", analisa o sociólogo colombiano Bernardo Pérez Salazar.<br />
<br />
"Não sabemos o perfil desse agressor, tanto do que planeja quanto o que executa, no caso de crimes passionais. Mas é surpreendente que a mente humana tenha a capacidade de agir tão cruelmente", pondera o sociólogo.<br />
<br />
Com relação ao uso do ácido para crimes comuns, o sociólogo aposta na "readaptação" dos delinquentes. Pérez lembra que está mais difícil ter acesso a uma arma de fogo, com a proibição do porte de armas (em vigor em Bogotá desde fevereiro).<br />
<br />
"Os criminosos têm uma grande capacidade de encontrar novas formas para gerar o medo e o temor para realizarem seus propósitos. O que preocupa é pensar que o uso do ácido em crimes comuns como roubos e furtos se multiplica entre infratores jovens e adolescentes", alerta Pérez.<br />
<br />
<br />
BBC</div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://net-mulher.com/forumdisplay.php?f=272">Actualidade Internacional</category>
			<dc:creator>alexandra</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>Após ataques a funcionários, Itália reforça segurança</title>
			<link>http://net-mulher.com/showthread.php?t=35034&amp;goto=newpost</link>
			<pubDate>Thu, 17 May 2012 21:17:44 GMT</pubDate>
			<description>A Itália decidiu na quinta-feira intensificar as medidas de segurança contra uma onda de violência política vinculada à crise econômica, e o...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>A Itália decidiu na quinta-feira intensificar as medidas de segurança contra uma onda de violência política vinculada à crise econômica, e o primeiro-ministro Mario Monti manifestou apoio incondicional a autoridades tributárias que sofreram vários ataques nos últimos dias.<br />
<br />
Os incidentes foram atribuídos a indivíduos desesperados com a crise econômica, ou a grupos radicais que estariam tentando se aproveitar da insatisfação popular.<br />
<br />
A ministra do Interior italiana, Anna Maria Cancellieri, convocou uma comissão de segurança nacional para discutir o reforço na segurança a alvos estratégicos, depois de um ataque contra um executivo do setor nuclear, na semana passada.<br />
<br />
A vigilância deve ser intensificada em 14 mil locais, inclusive na sede da Finmeccanica, empresa que controla a Ansaldo Nucleare, cujo executivo-chefe foi baleado na perna na semana passada, num atentado reivindicado por um grupo anarquista.<br />
<br />
O plano prevê que o Exército dará apoio às forças policiais, e que haverá mais esforço dos serviços de inteligência para "neutralizar os riscos de possíveis ações subversivas que possam alimentar momentos de tensão", disse o ministério em nota.<br />
<br />
A Itália tem uma longa história de violência política, notavelmente durante os "Anos de Chumbo", na década de 1970, quando várias autoridades e empresários foram mortos pelo grupo esquerdista Brigadas Vermelhas.<br />
<br />
Embora o clima não seja tão tenso quanto naquela época, a crise econômica -refletida no desemprego, na recessão e nas medidas de austeridade do governo- geram insatisfações, motivando vários ataques contra a agência tributária Equitalia.<br />
<br />
Em nota após visitar a sede da Equitalia em Roma, Monti manifestou "apoio incondicional do governo e de mim mesmo diante dos numerosos e frequentemente repetidos atos de intimidação e agressão nos últimos dias, os quais devem ser condenados com grande firmeza".<br />
<br />
A Equitalia arrecada impostos e multas, e seus métodos agressivos são muito criticados. Seus funcionários têm sofrido muitos insultos e agressões nas últimas semanas, em meio a acusações de que suas cobranças teriam motivado suicídios de microempresários em dificuldades financeiras.<br />
<br />
A Itália tem uma das maiores cargas tributárias do mundo desenvolvido, mas também sofre com a forte evasão fiscal, algo que Monti promete reprimir. "Se todos pagassem o que deviam, todos pagaríamos menos e teríamos serviços públicos melhores", disse ele.<br />
<br />
<br />
<br />
Reuters</div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://net-mulher.com/forumdisplay.php?f=272">Actualidade Internacional</category>
			<dc:creator>alexandra</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://net-mulher.com/showthread.php?t=35034</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Hollande cumpre promessa e reduz seu salário e dos ministros</title>
			<link>http://net-mulher.com/showthread.php?t=35033&amp;goto=newpost</link>
			<pubDate>Thu, 17 May 2012 21:16:01 GMT</pubDate>
			<description>O primeiro Conselho de Ministros do governo de François Hollande adotou nesta quinta-feira uma redução de 30% do salário do presidente francês e dos...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>O primeiro Conselho de Ministros do governo de François Hollande adotou nesta quinta-feira uma redução de 30% do salário do presidente francês e dos ministros, anunciaram à imprensa vários membros do governo, logo após o Conselho. Esta medida, muito simbólica em tempos de crise, estava no programa do candidato socialista, que pediu um Executivo "exemplar".<br />
<br />
O salário do presidente, que tinha aumentado em 170% em 2007, passando a 19 mil euros após a eleição do conservador Nicolas Sarkozy, será agora de pouco mais de 13 mil euros mensais.<br />
<br />
A equipe governamental - o primeiro-ministro, Jean-Marc Ayrault, acompanhado de 17 mulheres e 17 homens - assinou uma "carta de deontologia", um compromisso de exemplaridade que estipula que cada um deve evitar qualquer conflito de interesse e não pode acumular seu posto ministerial com um mandato parlamentar ou com a liderança de um executivo local.<br />
<br />
Consultados pela imprensa ao final do Conselho de Ministros e da tradicional foto oficial da equipe, a maior parte da nova equipe fez referência a um "momento solene", durante o qual o presidente Hollande pediu "mãos à obra".<br />
<br />
<br />
AFP</div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://net-mulher.com/forumdisplay.php?f=272">Actualidade Internacional</category>
			<dc:creator>alexandra</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://net-mulher.com/showthread.php?t=35033</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Imigração à Alemanha em 2011 foi a maior em 16 anos</title>
			<link>http://net-mulher.com/showthread.php?t=35032&amp;goto=newpost</link>
			<pubDate>Thu, 17 May 2012 21:11:25 GMT</pubDate>
			<description>A quantidade de imigrantes que procuraram a Alemanha deu um salto em 2011: 958 mil pessoas se mudaram para o país, 20% a mais do que no ano anterior,...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>A quantidade de imigrantes que procuraram a Alemanha deu um salto em 2011: 958 mil pessoas se mudaram para o país, 20% a mais do que no ano anterior, segundo dados divulgados pelo Departamento Federal de Estatística alemão (Destatis) nesta quarta-feira. O número é o maior desde 1996.<br />
<br />
Ao mesmo tempo, 679 mil deixaram o país no ano passado, perfazendo um saldo migratório positivo de 279 mil pessoas também o maior desde 1996.<br />
<br />
Cresceu significativamente a quantidade de imigrantes provenientes da União Europeia (UE), principalmente dos países mais atingidos pela crise da dívida 90% a mais de gregos e 52% a mais de espanhóis partiram rumo à Alemanha.<br />
<br />
Muitos imigrantes vieram também de países da UE, como Polônia, Hungria, Bulgária e Romênia. A maioria dos que ingressaram no país estabeleceu-se nos estados Renânia do Norte-Vestfália, Baviera, Baden- Württemberg e Hesse.<br />
<br />
Saldo positivo<br />
A crise da dívida contribuiu fortemente para o aumento de imigrantes de origem grega e espanhola. "Mas, considerando a crise e o desemprego elevado nesses países, os números são surpreendentemente baixos", diz Herbert Brücker, professor do Instituto Alemão de Pesquisa sobre Mercado de Trabalho e Profissão. O Destatis calcula que 23.800 gregos e 20.700 espanhóis tenham se fixado na Alemanha em 2011.<br />
<br />
O acesso livre ao mercado de trabalho alemão desde maio do ano passado também atraiu menos poloneses e húngaros do que o esperado, avaliam especialistas. No entanto, os poloneses formam o maior grupo de imigrantes, e os húngaros estão em quarto lugar.<br />
<br />
"Muitos dos dispostos a emigrar já estavam na Alemanha", explica Karl Brenke, do Instituto Alemão de Pesquisa Econômica. Ao mesmo tempo, mais romenos e búlgaros entraram no país como autônomos ou trabalhadores temporários. "Eles frequentemente assumem os postos de trabalho antes ocupados principalmente por poloneses."<br />
<br />
Para Brücker, é satisfatório o saldo de 279 mil imigrantes a mais que emigrantes. O nível histórico de longo prazo fica na marca de 200 mil pessoas por ano. "O saldo positivo auxilia o mercado de trabalho no sentido do desenvolvimento demográfico." Segundo o pesquisador, a maioria vem além da UE dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e é altamente qualificada.<br />
<br />
Idioma alemão<br />
O Instituto Goethe afirma perceber o interesse pela Alemanha tanto no próprio país quanto no exterior. "Em Madri e Barcelona, observamos as maiores taxas de crescimento entre todas as unidades do Goethe espalhadas pelo mundo", diz o porta-voz Christoph Mücher.<br />
<br />
Na Grécia e na Hungria, também aumentou significativamente a quantidade de alunos de alemão. "Entretanto, sempre se verificou um número elevado em Atenas e Varsóvia", afirma Mücher. A Polônia é o país onde mais pessoas estudam o idioma 2,35 milhões. <br />
<br />
<br />
Deutsche Welle</div>

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			<dc:creator>alexandra</dc:creator>
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			<title>Líder de esquerda grega se recusa a apoiar austeridade</title>
			<link>http://net-mulher.com/showthread.php?t=35031&amp;goto=newpost</link>
			<pubDate>Thu, 17 May 2012 21:06:26 GMT</pubDate>
			<description>O líder radical de esquerda grego Alexis Tsipras previu nesta quinta-feira que seu partido vai vencer com folga a eleição do próximo mês e se recusou...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>O líder radical de esquerda grego Alexis Tsipras previu nesta quinta-feira que seu partido vai vencer com folga a eleição do próximo mês e se recusou a não exigir o fim das políticas "bárbaras" de austeridade que, segundo ele, estavam levando a nação à falência.<br />
<br />
Cada vez mais preocupados com o futuro da Grécia na zona do euro, os credores estrangeiros e os partidos tradicionais têm intensificado os alertas de que o país corre o risco de perder uma ajuda financeira internacional se não conseguir cumprir os cortes de gastos incluídos no seu mais recente pacote de resgate.<br />
<br />
Tsipras, líder do partido Syriza e estrela ascendente da política grega, prometeu que não iria ouvir nenhum grupo.<br />
<br />
"Eles estão tentando aterrorizar as pessoas para fazer o Syriza ceder. Nós nunca iremos nos comprometer", disse o líder estudantil, de 37 anos, a parlamentares de seu partido, muitas vezes abordando-os como "camaradas".<br />
<br />
"Nós nunca iremos participar de um governo para resgatar o pacote de socorro financeiro."<br />
<br />
Pesquisas realizadas depois da inconclusiva eleição de 6 de maio sugerem que o Syriza está a caminho de superar os conservadores para se tornar o maior partido no Parlamento quando os gregos forem às urnas em 17 de junho.<br />
<br />
Enfurecidos com rodadas repetidas de austeridade que cortaram salários e fizeram as taxas de desemprego saltar, os eleitores têm ignorado os alertas de líderes como o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, que disse que os gregos devem escolher sabiamente na eleição para evitar tirar o país da zona do euro.<br />
<br />
Tsipras, que encantou os eleitores com sua boa aparência e promessa de rasgar o acordo de resgate, enquanto mantém a Grécia no euro, disse que o humor dos eleitores não iria mudar e previu que o Syriza teria o dobro de legisladores no período de um mês.<br />
<br />
Austeridade bárbara<br />
"O povo grego votou pelo fim do resgate e da austeridade bárbara. Eles ignoraram as ameaças e a propaganda barata. E temos certeza que eles vão fazer o mesmo agora", disse Tsipras.<br />
<br />
"As pessoas vão completar em 17 de junho o grande passo que deram em 6 de maio, independentemente do que o sr. Durão Barroso diz."<br />
<br />
Pesquisa recente, realizada pela Pulse para o jornal To Pontiki em 15 e 16 de maio, mostrou o Syriza obtendo 24,5 por cento dos votos na eleição, colocando-o à frente de todos os outros partidos. O primeiro lugar vem com um bônus de 50 assentos extras no Parlamento de 300 vagas, que foram para os conservadores na última vez.<br />
<br />
A longa crise econômica da Grécia se transformou em uma crise política plena depois que os partidos que se opõem aos termos de um resgate de 130 bilhões de euros tiveram ganhos expressivos na eleição de 6 de maio, deixando o país sem governo e aumentando as chances de que a nação possa renegar os termos do acordo.<br />
<br />
No início desta semana, o presidente do país disse que os gregos tinham sacado até 800 milhões de euros (1 bilhão de dólares) de bancos à medida que a incerteza política se aprofunda. Em mais um golpe, o Banco Central Europeu disse que havia suspendido as operações de liquidez com alguns bancos gregos, porque o seu capital estava muito esgotado.<br />
<br />
Temores de que o péssimo estado da Grécia poderia arrastar a zona do euro para uma crise profunda deixaram os mercados nervosos em todo o mundo nesta quinta-feira, e a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, alertou para consequências "extremamente caras" se a Grécia sair da zona do euro.<br />
<br />
Um governo de emergência liderado por um juiz e composto principalmente de professores, tecnocratas e alguns políticos que comandarão o país até a eleição do próximo mês foi empossado nesta quinta-feira em uma cerimônia presidida pelo Arcebispo Ieronimos de Atenas.<br />
<br />
<br />
Reuters</div>

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			<title>Polêmica deve marcar comemoração do jubileu da rainha Elizabeth</title>
			<link>http://net-mulher.com/showthread.php?t=35030&amp;goto=newpost</link>
			<pubDate>Thu, 17 May 2012 21:04:49 GMT</pubDate>
			<description>O almoço oficial que será oferecido na sexta-feira pela rainha Elizabeth II no castelo de Windsor em comemoração a seu Jubileu de Diamante pode ser...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>O almoço oficial que será oferecido na sexta-feira pela rainha Elizabeth II no castelo de Windsor em comemoração a seu Jubileu de Diamante pode ser ofuscado pela polêmica causada pela presença dos reis do Bahrein e da Suazilândia e pela ausência dos monarcas espanhóis.<br />
<br />
A rainha Sofía, esposa de Juan Carlos I da Espanha, cancelou sua viagem horas antes de sua partida devido à tensão com o Reino Unido pela visita, em breve, do filho mais novo da soberana britânica, o príncipe Edward, a Gibraltar, e um conflito pesqueiro com essa colônia britânica.<br />
<br />
Um porta-voz da Casa Real informou na quarta-feira que o governo espanhol considerou "pouco adequado que nas atuais circunstâncias" a rainha participe do almoço, o que a imprensa britânica considerou por unanimidade como uma "vergonha".<br />
<br />
O palácio de Buckingham não publicou a lista de convidados do banquete neste castelo próximo a Londres, limitando-se a dizer que é composta por "monarcas soberanos" do mundo e seus cônjuges. Também não comentou a desistência dos reis espanhóis, depois que o rei Juan Carlos, que seria acompanhado de sua esposa, descartou sua presença, depois das operações a que foram submetidos em abril por causa de uma caça em Bostuana.<br />
<br />
Esta foi apenas a última polêmica que rodeia o almoço oficial do 60º aniversário da entronização de Elizabeth II, do qual participarão, além da rainha e de seu marido, o príncipe Philip, outros membros da família real britânica como os dois filhos do príncipe Charles, William, acompanhado de sua esposa Catherine, e Harry.<br />
<br />
O maior escândalo foi provocado pela possível presença do rei do Bahrein, Hamad Ben Isa al-Khalifa, cujo regime foi duramente criticado pela violenta repressão a uma revolta que desde fevereiro de 2011 causou dezenas de mortes. Vários grupos de defesa dos direitos humanos compararam esta visita com a de Muamar Kadhafi ou de Saddam Hussein, os antigos líderes da Líbia e do Iraque.<br />
<br />
Peter Thatchell, um conhecido militante de direitos humanos, considerou "um escândalo" que o palácio tenha convidado o rei do Bahrein e outros "tiranos reais". "Convidar déspotas manchados de sangue desonra nossa monarquia e mancha as comemorações do Jubileu", acrescentou.<br />
<br />
Em abril, as críticas da imprensa e as ameaças de manifestações tinham forçado o herdeiro de Bahrein, o príncipe Salman bin Hamad al-Khalifa, a recusar o convite ao casamento do príncipe William e Catherine.<br />
<br />
Na foto oficial estará também o rei de Suazilândia, Mswati III, acusado de levar uma vida abastada enquanto sua população morre de fome. Ontem dezenas de pessoas, entre elas um grupo de suazis que moram em Londres, se manifestaram em frente ao hotel onde ele pode estar hospedado.<br />
<br />
Outro chefe de Estado que já se encontra na capital para o evento é o imperador do Japão, Akihito, de 78 anos, que, acompanhado de sua esposa Michiko, visitou tranquilamente nesta quinta-feira o jardim japonês de Holland Park. Os demais devem responder ao convite nas próximas horas.<br />
<br />
Depois do almoço, alguns dos convidados continuarão comemorando em um jantar oferecido pelo príncipe Charles, herdeiro do trono, e sua esposa Camila, aos representantes das distintas dinastias no palácio de Buckingham, a residência oficial da soberana em Londres.<br />
<br />
Os dois atos marcam as comemorações do Jubileu de Diamante, que lembram os 60 anos da entronização de Elizabeth II, dia 6 de fevereiro de 1952 e que alcançarão seu máximo apogeu no primeiro fim de semana de junho.<br />
<br />
<br />
AFP</div>

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			<dc:creator>alexandra</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>Junta Militar egípcia dá 2 dias para partidos decidirem poderes de presidente</title>
			<link>http://net-mulher.com/showthread.php?t=35029&amp;goto=newpost</link>
			<pubDate>Thu, 17 May 2012 21:03:45 GMT</pubDate>
			<description>A Junta Militar do Egito estabeleceu um prazo de 48 horas aos partidos políticos para acertar as prerrogativas do próximo presidente do país, ou caso...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>A Junta Militar do Egito estabeleceu um prazo de 48 horas aos partidos políticos para acertar as prerrogativas do próximo presidente do país, ou caso contrário emitirá uma declaração constitucional de forma unilateral.<br />
<br />
O porta-voz do partido salafista Al Nouri, Mohammed Noor, disse à Agência Efe que a cúpula militar pediu às forças políticas que obtenham um acordo para fixar os poderes presidenciais ante a iminência das eleições, cujo primeiro turno será realizado nos próximos dias 23 e 24.<br />
<br />
"Estou otimista sobre um acordo com os demais partidos nos próximos dois dias, embora haja legendas que prefiram adiar este assunto até depois do pleito", disse Noor em alusão ao Partido Liberdade e Justiça (PLJ), braço político da Irmandade Muçulmana, que domina o Parlamento e apresenta um candidato a presidente, Mohammed Mursi.<br />
<br />
Caso não se consiga um pacto, Noor advertiu que a Junta Militar emitirá uma declaração que determinará os poderes do próximo líder, o que, segundo ele, provocaria grande polêmica entre os diversos grupos políticos.<br />
<br />
A gestão dos militares à frente do país desde a renúncia do presidente Hosni Mubarak em fevereiro de 2011 esteve acompanhada de forte oposição política e social, inclusive das manifestações que pedem a transferência de poder o mais rápido possível a uma autoridade civil.<br />
<br />
Já a porta-voz do Partido Democrático e Social do Egito, Hala Mustafa, afirmou à Efe que seu partido está em contato com os dirigentes das demais forças para chegar a um consenso sobre as prerrogativas presidenciais que possa ser aceita por todas as partes ante a falta de uma Constituição.<br />
<br />
"É necessário elaborar normas definidas para que o próximo presidente tenha garantias para desempenhar seu cargo", acrescentou.<br />
<br />
O Egito se encontra imerso em um vazio constitucional desde a derrogação da Carta Magna como consequência do triunfo da revolução de 2011.<br />
<br />
Em março desse ano, aprovou-se em referendo uma declaração constitucional que outorgava os poderes do presidente à Junta Militar até que fosse eleito um novo líder em eleições democráticas.<br />
<br />
No entanto, não estão claras as prerrogativas que terá o novo presidente após o próximo pleito, já que até o momento não se redigiu uma nova Constituição.<br />
<br />
Uma assembleia designada pelo novo Parlamento passou a rascunhar uma nova Carta Magna, mas foi boicotada pelos grupos liberais e por amplos setores da sociedade, que temiam que a maioria islamita impusesse seus interesses sem contar com as demais forças. <br />
<br />
<br />
EFE</div>

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			<dc:creator>alexandra</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>ONU defende novo modelo de crescimento e UE pede confiança no euro</title>
			<link>http://net-mulher.com/showthread.php?t=35028&amp;goto=newpost</link>
			<pubDate>Thu, 17 May 2012 21:02:24 GMT</pubDate>
			<description><![CDATA[A ONU lançou nesta quinta-feira um apelo à comunidade internacional para criar de maneira global e coordenada "um novo modelo de crescimento" como...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>A ONU lançou nesta quinta-feira um apelo à comunidade internacional para criar de maneira global e coordenada "um novo modelo de crescimento" como resposta à crise econômica, enquanto o presidente da Comissão Europeia - órgão executivo da União Europeia (UE), José Manuel Durão Barroso, disse que o bloco fará o necessário para salvar o euro.<br />
<br />
"O antigo modelo falhou. Precisamos criar um novo modelo de crescimento dinâmico", declarou o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, durante a abertura de um debate de alto nível sobre a economia mundial, evento que congrega durante dois dias destacados economistas e vários ministros e chefes de Estado e de governo.<br />
<br />
A mensagem da autoridade máxima da ONU foi clara. "É necessário um novo paradigma de crescimento, de um crescimento que seja equitativo e sustentável e que beneficie as gerações atuais e futuras", destacou Ban no plenário da Assembleia Geral.<br />
<br />
Ele pediu ao mundo "uma revolução" e a execução conjunta de um modelo que aposte em "economias estáveis", mas sobretudo em "oportunidades para todos" e que tenham forma de "empregos decentes".<br />
<br />
"Chegou o momento de reconhecer que o capital humano é tão importante como o financeiro. Chegou a hora de investir nas pessoas", disse o secretário-geral, que lamentou a perda de 200 milhões de postos de trabalho no mundo todo desde o início da crise.<br />
<br />
Ao mencionar esse número, Ban chamou a atenção dos políticos de todo o mundo para a necessidade de se aplicar medidas para criar empregos, já que, se fracassam, "colocarão em perigo a coesão social e criarão instabilidade política".<br />
<br />
Ban foi além e lembrou aos presentes sobre a insatisfação popular internacional de pessoas que "foram às ruas para protestar" seja no marco da Primavera Árabe seja no movimento Occupy Wall Street. Ao mencioná-lo, o secretário-geral pressionou por respostas a todos.<br />
<br />
O apelo de Ban foi respaldado pelo presidente da Assembleia Geral, Abdulaziz al-Nasser, que convidou a comunidade internacional a aproveitar o debate na ONU para tentar fixar "uma resposta coordenada" ao que chamou de "crise global".<br />
<br />
O assunto também foi abordado nas palavras do presidente da Comissão Europeia. Barroso aproveitou o fórum das Nações Unidas para defender a vigência do euro como moeda comum e lançar "uma mensagem de confiança" ao dizer que a UE fará "tudo o que for necessário" para superar a crise que afeta a zona do euro.<br />
<br />
"O euro é muito mais que uma mera estrutura monetária, é o produto de um projeto de paz e reconciliação que levou à integração europeia", acrescentou o político português, que defendeu as medidas que o conjunto da UE realiza e expressou confiança de que, "apesar das dificuldades", a Europa seguindo "o bom caminho".<br />
<br />
Barroso reconheceu que a Comissão teria preferido uma resposta mais rápida e em algumas ocasiões mais audaz à crise. Sobre o debate entre austeridade e crescimento, priorizou a cautela: "para recuperar o crescimento e restaurar a confiança, necessitamos consolidação fiscal, reformas estruturais e investimentos específicos".<br />
<br />
Durante o primeiro dia de debates, destacaram-se também as vozes do ex-presidente do Federal Reserve (Fed) Paul Volcker e do prêmio Nobel Joseph Stiglitz, que defenderam "uma resposta global" aos desafios que o mundo enfrenta em matéria econômica.<br />
<br />
"Uma crise global precisa de uma ação coletiva global para restaurar a confiança, impulsionar o crescimento econômico e criar empregos produtivos para todos", enfatizou Stiglitz, que, em vez de falar do papel do G20, preferiu reforçar o potencial do que chamou de "G-192", com todos os países da ONU trabalhando ao uníssono.<br />
<br />
Volcker - conhecido entre outras coisas por promover a lei que leva seu nome e que em 2008 proibiu os bancos americanos a fazerem investimentos especulativos em benefício próprio, e não no de seus clientes - defendeu uma ação comum dos mercados até na regulação das entidades financeiras.<br />
<br />
"Se não ficarmos juntos, cairemos separadamente", alertou Volcker, que defendeu a aplicação de "uma disciplina comum", a manutenção dos mercados abertos, em questões de comércio e também de bens financeiros e intangíveis, e o fortalecimento da regulação internacional, "especialmente no mundo das finanças".<br />
<br />
Também participou do encontro o presidente do Panamá, Ricardo Martinelli, que destacou a América Latina como exemplo de crescimento em tempos de crise, assim como o vice-primeiro-ministro turco, Ali Babacan, e o presidente da Albânia, Bamir Topi, entre outros líderes.  <br />
<br />
<br />
EFE</div>

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			<category domain="http://net-mulher.com/forumdisplay.php?f=272">Actualidade Internacional</category>
			<dc:creator>alexandra</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>Mudar de fornecedor de eletricidade? Então é preciso desconto</title>
			<link>http://net-mulher.com/showthread.php?t=35027&amp;goto=newpost</link>
			<pubDate>Thu, 17 May 2012 20:46:56 GMT</pubDate>
			<description>O mercado liberalizado de energia é cada vez mais uma realidade e os consumidores vão mesmo ter de mudar de fornecedor. Segundo um estudo da...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>O mercado liberalizado de energia é cada vez mais uma realidade e os consumidores vão mesmo ter de mudar de fornecedor. Segundo um estudo da Accenture hoje divulgado, ter um preço mais baixo é uma das razões que mais leva os clientes a mudar de empresa, mas há mais.<br />
<br />
De acordo com o mesmo documento, "60% dos consumidores poderiam ser motivados a mudar de fornecedor de energia eléctrica para um tarifário que melhor se adequasse às suas necessidades". Já 33% diz que seria um incentivo se os pacotes de preços incluíssem soluções de energia renovável ou recompensas por fidelização.<br />
<br />
É por isso que, neste momento, apenas 25% dos 10 mil inquiridos a nível mundial neste estudo está a considerar mudar de fornecedor de electricidade nos próximos 12 meses.<br />
<br />
Este estudo, intitulado “Actionable Insights for the New Energy Consumer” e que analisa de que forma os consumidores querem interagir com os seus fornecedores de energia revela ainda que mais de metade dos consumidores mostrou interesse em que os operadores oferecessem produtos e serviços adicionais.<br />
<br />
Mais, a mesma percentagem (57%) disse estar interessada em comprar produtos que permitam gerar energia a nível doméstico, tais como painéis solares.<br />
<br />
Acompanhar os fornecedores nas redes sociais<br />
Mudar a morada ou receber a conta por mail e tirar dúvidas através das redes sociais como o Twitter ou o Facebook são algumas das preferências dos consumidores inquiridos neste estudo da Accenture.<br />
<br />
Diz o documento que, já neste momento, "30% dos consumidores interagem, ou pretendem interagir, com o seu fornecedor de electricidade nas redes sociais, através da colocação de comentários ou acompanhando os “tweets” do seu fornecedor".<br />
<br />
Aliás, "cerca de dois terços (68%) dos entrevistados em mercados emergentes, como o Brasil, a China, a Coreia do Sul e a África do Sul, recorrem actualmente às redes sociais ou pretendem utilizar as mesmas para debater ou obter conhecimento de temas relacionados com a energia com outros consumidores ou grupos".<br />
<br />
Curiosamente, apenas 29% dos que recorrem às redes sociais para este fim estão nos mercados desenvolvidos.<br />
<br />
<br />
dinheiro vivo</div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://net-mulher.com/forumdisplay.php?f=20">Actualidade Nacional</category>
			<dc:creator>alexandra</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Belmiro de Azevedo: "Campanhas Pingo Doce não são o meu tipo de projeto"]]></title>
			<link>http://net-mulher.com/showthread.php?t=35026&amp;goto=newpost</link>
			<pubDate>Thu, 17 May 2012 20:45:40 GMT</pubDate>
			<description>Belmiro de Azevedo afirmou hoje, à margem da iniciativa “Dia Contacto” da Sonae , que as campanhas levadas a cabo pela Jerónimo Martins “são uma...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Belmiro de Azevedo afirmou hoje, à margem da iniciativa “Dia Contacto” da Sonae , que as campanhas levadas a cabo pela Jerónimo Martins “são uma estratégia deles e tenho muito respeito pelo grupo que é muito eficiente”.<br />
<br />
“Avançaram com um projeto de notoriedade que é deles, mas que não é o meu”, acrescentou, dizendo ainda que seria importante “comparar as vendas do mesmo dia nos vários grupos”.<br />
<br />
Quanto à situação que Portugal atravessa, o chairman da Sonae afirmou que o importante é a disciplina orçamental.<br />
<br />
Em sua opinião, tudo o que seja feito nesse sentido é importante.“As pessoas que não forem ousadas não vão progredir” declarou depois, mas ressalvando que não gosta do termo “emigrante”, pois “tem uma conotação negativa, parece referir-se a uma pessoa excluída do seu país e que não se adapta àquele para onde foi”.<br />
<br />
“Gosto mais da palavra viajante”, acrescentou, defendendo que o mundo evolui muito depressa e o sucesso não está sempre no mesmo lugar.<br />
<br />
Belmiro de Azevedo sublinhou que o trabalho não se inventa, pois é uma “congregação de produtividade e competitividade”.<br />
<br />
“Há países mais competitivos e fortes que outros e só esses têm capacidade de investir e criar emprego”, acrescentou, concluído depois que em Portugal “não há dinheiro para criar emprego agora – há é países a levarem os nossos craques”.<br />
<br />
<br />
<br />
dinheiro vivo</div>

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			<dc:creator>alexandra</dc:creator>
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